Rick Fernandes dá vida a super heróis e personagens da literatura fantástica. No seu ateliê, na zona norte de São Paulo, argila, papel alumínio, arames e tintas transformam uma ideia em bonecos! Tudo feito a mão! Artigos de colecionador, a princesa Valente e o Incrível Hulk chamam a atenção pelos detalhes físicos e anatômicos.
Programa produzido por BLACK JACK MÍDIA
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terça-feira, 22 de outubro de 2013
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Entrevista # CLAUDIA REGINA
Por Elissandro Ferreira
Hoje estou postando a entrevista de Claudia Regina, que trabalha com fotografia, ela reside em Curitiba e faz workshop pelos estados do Brasil.
1 Como surgiu sua paixão pela fotografia?
De repente, não mais que de repente, eu me interessei por fotos. Estava lá, todo santo dia, trabalhando em um estúdio fotográfico, e acabei me interessando. Minha chefe tinha uma coleção de revistas, apostilas e livros antigos de fotografia no depósito e, como eu almoçava por ali mesmo e sempre sobrava tempo no horário de almoço, resolvi começar a ler esse monte de coisa. Em poucas semanas já tinha “matado” todos os livros e revistas! rs…
Comecei a treinar com uma câmera analógica, também da minha chefe, coisas como composição e foco. Estudei, estudei, estudei. Observei, observei, observei. Um dia pensei: preciso urgentemente de uma câmera para colocar tudo isso em prática!
Com muito esforço e economia (eu ganhava bem pouquinho) comprei minha câmera. Antes mesmo dela chegar eu já fiz o download do manual e li de cabo a rabo. Quando a câmera chegou meus olhinhos brilharam e comecei a colocar o estudo em prática. Pelo menos eu já sabia exatamente como usá-la, pois o manual estava grudado na minha cabeça!
Na prática vi que era beeeeem mais difícil do que parecia! rs…
Pois bem, a partir daí meus chefes começaram a me levar nos eventos (primeiro só para segurar luz, e depois, olha que orgulho, como segunda fotógrafa!!!!) e assim fui aprendendo bastante na prática.
2 Quando você começou qeu camera usava e qual você sua nos seus trabalhos hoje?
Eu comecei com uma Canon 20D e recentemente adquiri uma Canon 7D. Não que isso faça diferença no meu trabalho final (ele tem a mesma qualidade), só facilita um pouco a vida por ser mais modelna mesmo. ;)
3 Acompanhando seus trabalhos vemos que você faz muitos retratos, quem são seus modelos? Amigos, Familiares, agências...
Eu trabalho com pessoas comuns, retratatando o amor. Um nicho que trabalho bastante são as gestantes, mas também realizo ensaios de crianças, bebês, casais, mulheres, etc. Meu maior foco está nos ensaios fotográficos e, de vez em quando, realizo eventos (mas esses escolho a dedo.) Meu clientes vêm todos através do meu blog (http://regina.fot.br) ou indicações.
4 Você fotografa em varios tipos diferentes de locações, como você escolhes esses lugares e por que?
Na realidade trabalho quase que exclusivamente na minha locação externa (casa de campo), e em algumas situações onde uso o espaço público converso com os clientes para descobrir o que tem a ver com eles. Um parque que tenha significado para a família, um cinema para um casal que gosta de assistir filmes, a própria casa do cliente, e por aí vai... =)
5 Há alguma foto especial para você? Pode explicar como a tirou?
Incrível, mas não tenho nenhuma foto “especial” que eu tirei. Quer dizer, considero todos os ensaios que ofereço aos meus clientes especiais, mas faço algo especial para eles. As fotos mais especiais pra mim são como aquelas do meu casamento, que não fui eu que tirei :)
6 O que você diria para quem quer se tornar fotografo profisional?
Muita, mas muita força de vontade vai te levar aonde você quiser, isso é fato é serve para tudo que buscamos na vida (não só a profissão fotografia.) Fora isso, estudar SEMPRE. Sempre tem algo novo pra gente aprender :)
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Encontro Alexandre Wollner
Encontro dos alunos da Agência Experimental de Comunicação da Faculdade de Publicidade e Propaganda da PUC-SP com o designer Alexandre Wollner em 07/04/2006.
Coordenação Profa. Angela Di Sessa
Coordenação Profa. Angela Di Sessa
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Entrevista # 02
Salve povo, nós do Estúdio Esttampa temos a honra de entrevistar Luciene Gomes Professora da Seven Computação Gráfica, ela nos contou um pouco sobre ela, seu trabalho e sua visão do mercado, acompanhe com a gente.
1 Quem é você e o que faz?
r. Me chamo Luciene e sou professora da Escola Seven Computação Gráfica.
2 Quando você iniciou na profissão de designer, e o que te motivou?
r. Eu comecei a atuar nessa profissão em 2002. A minha maior motivação para atuar nesta área foi liberdade de expressão que o profissional tem. Neste mundo não há regras, a liberdade é total. Considero tambem que esta área nao para de crescer, e o Brasil tem investido cada vez mais na profissão.
3 Que conselhos você daria para quem esta entrando no mercado de trabalho?
r. É bom estar determinado em conquistar o próprio objetivo. Durante o tempo a qualidade no que faz era um diferencial, hoje é sobrevivência... É preciso traçar objetivos e metas e ter disciplina durante a caminhada.
4 Que profissionais você tem como referência?
r. O Brasil esta cheio de excelentes artistas, eu tenho muitos como referencia. É inevitável pensar em bons profissionais e nao citar em Mauricio de Souza, Mauricio Ricardo, Conrado Almada e outros como Alpio Stanchi e Allan Brito.
5 Qual foi o ponto auge da sua carreira?
r. Eu posso afirmar que eu nao tive um ponto auge na minha carreira, eu o tenho todos os dias, a cada aula. Ver os alunos crescendo em conhecimento e se aperfeiçoando é o maior presente para um professor. Quando eles conquistam algo ou superam desafios é bom demais.
6 Você tambem atua como freelancer ?
r. Ultimamente não, mas já atuei. Ainda recebo oportunidades para fazer alguns trabalhos de clientes antigos ou por indicações, mas sempre passo para os alunos.
7 Como você vê o mercado brasileiro para o freelancer?
r. Bem amplo sem dúvida. Existem muitas formas para atuar como freela, sempre existirá alguem para fazer um trabalho para sua empresa ou para uso próprio que vai optar em contratar um freelancer, isso sem contar com pessoas próximas (amigos, parentes, etc). Atuar como freelancer é uma das melhores maneiras para ganhar experiencia. O método fornece riscos, como qualquer modo de trabalho, mas esse método nunca ficara por baixo.
8 Como e quando ingressou na escola seven computação gráfica?
r. Em 2003 eu comecei a ministrar aulas em um curso proximo do local onde eu morava, dois anos depois (ainda neste curso), eu percebi que era realmente isso o que eu queria profissionalmente, e me determinei a crescer na profissão. Visei a Seven como algo que eu queria na minha vida, era lá que eu queria atuar. Comecei a participar da formação já determinada a fazer parte do grupo, participei das provas de estágio por algumas vezes, mas nunca conseguia fazer da segunda etapa da seleção devido o meu trabalho ser no horario da prova. Conclui o curso sem conseguir estagiar, mas em nenhum momento eu desisti do meu objetivo. Ao saber que haveria uma Seven em Madureira, me mudei para lá e pedi para assistir as aulas, comecei a estagiar pouco tempo depois e há um ano ministro aulas na Escola.
9 Na relação com o Cliente é mais importante ouvir ou falar ?
r. No primeiro contato, sem dúvida alguma o cliente deseja falar. Então é bom ir pronto para ouvir tudo o que ele tem a dizer, deixar o cliente falar é importante para saber o que ele realmente deseja no projeto que esta prestes a iniciar.
10 Deixe uma mensagem para seus alunos.
r. Para todos: Focar em um objetivo e caminhar com disciplina é o que nos leva ao sucesso. Estudem a mantenham-se sempre atualizados. A área é ampla e crescente sempre. Ter visão é o que mais importa, quem tem visão de crescimento nunca ficara parado. Eu aprendi que o pior inimigo da visão é a vista, isso porque a vista vê o presente e a visão enxerga o futuro, nossa vista nos impede de olhar tudo o que podemos conquistar. Acreditem em vocês...
Contatos
email: luciene-sevencg@hotmail.com
twitter: @lucienesevencg
1 Quem é você e o que faz? r. Me chamo Luciene e sou professora da Escola Seven Computação Gráfica.
2 Quando você iniciou na profissão de designer, e o que te motivou?
r. Eu comecei a atuar nessa profissão em 2002. A minha maior motivação para atuar nesta área foi liberdade de expressão que o profissional tem. Neste mundo não há regras, a liberdade é total. Considero tambem que esta área nao para de crescer, e o Brasil tem investido cada vez mais na profissão.
3 Que conselhos você daria para quem esta entrando no mercado de trabalho?
r. É bom estar determinado em conquistar o próprio objetivo. Durante o tempo a qualidade no que faz era um diferencial, hoje é sobrevivência... É preciso traçar objetivos e metas e ter disciplina durante a caminhada.
4 Que profissionais você tem como referência?
r. O Brasil esta cheio de excelentes artistas, eu tenho muitos como referencia. É inevitável pensar em bons profissionais e nao citar em Mauricio de Souza, Mauricio Ricardo, Conrado Almada e outros como Alpio Stanchi e Allan Brito.
5 Qual foi o ponto auge da sua carreira?
r. Eu posso afirmar que eu nao tive um ponto auge na minha carreira, eu o tenho todos os dias, a cada aula. Ver os alunos crescendo em conhecimento e se aperfeiçoando é o maior presente para um professor. Quando eles conquistam algo ou superam desafios é bom demais.
6 Você tambem atua como freelancer ?
r. Ultimamente não, mas já atuei. Ainda recebo oportunidades para fazer alguns trabalhos de clientes antigos ou por indicações, mas sempre passo para os alunos.
7 Como você vê o mercado brasileiro para o freelancer?
r. Bem amplo sem dúvida. Existem muitas formas para atuar como freela, sempre existirá alguem para fazer um trabalho para sua empresa ou para uso próprio que vai optar em contratar um freelancer, isso sem contar com pessoas próximas (amigos, parentes, etc). Atuar como freelancer é uma das melhores maneiras para ganhar experiencia. O método fornece riscos, como qualquer modo de trabalho, mas esse método nunca ficara por baixo.
8 Como e quando ingressou na escola seven computação gráfica?
r. Em 2003 eu comecei a ministrar aulas em um curso proximo do local onde eu morava, dois anos depois (ainda neste curso), eu percebi que era realmente isso o que eu queria profissionalmente, e me determinei a crescer na profissão. Visei a Seven como algo que eu queria na minha vida, era lá que eu queria atuar. Comecei a participar da formação já determinada a fazer parte do grupo, participei das provas de estágio por algumas vezes, mas nunca conseguia fazer da segunda etapa da seleção devido o meu trabalho ser no horario da prova. Conclui o curso sem conseguir estagiar, mas em nenhum momento eu desisti do meu objetivo. Ao saber que haveria uma Seven em Madureira, me mudei para lá e pedi para assistir as aulas, comecei a estagiar pouco tempo depois e há um ano ministro aulas na Escola.
9 Na relação com o Cliente é mais importante ouvir ou falar ?
r. No primeiro contato, sem dúvida alguma o cliente deseja falar. Então é bom ir pronto para ouvir tudo o que ele tem a dizer, deixar o cliente falar é importante para saber o que ele realmente deseja no projeto que esta prestes a iniciar.
10 Deixe uma mensagem para seus alunos.
r. Para todos: Focar em um objetivo e caminhar com disciplina é o que nos leva ao sucesso. Estudem a mantenham-se sempre atualizados. A área é ampla e crescente sempre. Ter visão é o que mais importa, quem tem visão de crescimento nunca ficara parado. Eu aprendi que o pior inimigo da visão é a vista, isso porque a vista vê o presente e a visão enxerga o futuro, nossa vista nos impede de olhar tudo o que podemos conquistar. Acreditem em vocês...
Contatos
email: luciene-sevencg@hotmail.com
twitter: @lucienesevencg
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Entrevista com Bruno Honda Leite
Você sabe o que é Retrorreciclagem? Bruno Honda Leite, publicitário, artista plástico e dono da ideia, simplifica: “é reciclagem com caneta de retroprojetor”. A afirmação pode até não explicar muita coisa, mas basta uma rápida olhada nos trabalhos para compreender o propósito do projeto, que é basciamente criar toys a partir de objetos descartados, desenhando neles com a caneta permanente.
Abaixo você confere a entrevista de Bruno Leite no Perfil Y, da TV Cultura. O vídeo foi retirado do seucanal no YouTube.
Abaixo você confere a entrevista de Bruno Leite no Perfil Y, da TV Cultura. O vídeo foi retirado do seucanal no YouTube.
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